Mulheres começaram neste fim de semana uma onda anti-Bolsonaro nas redes sociais

Além dos grupos de Facebook, a hashtag #EleNao continua crescendo.

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Nos últimos dias muitas mulheres contrárias ao Bolsonaro têm se mobilizado nas redes sociais para se manifestar de forma organizada contra o candidato.

Facebook / Reprodução

No Facebook, o que mais chamou a atenção foi o grupo "Mulheres Unidas Contra Bolsonaro", que tem mais de dois milhões de participantes.

Facebook / Reprodução

Além desse tem mais muitos outros grupos menores com o mesmo intuito.

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O grupo chegou a ser hackeado por apoiadores do candidato do PSL, que trocaram o nome para "Mulheres com Bolsonaro" e expulsaram as administradoras. Mas o hack durou pouco, e o grupo já foi devolvido às legítimas administradoras.

Facebook / Reprodução

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A ponto da hashtag ficar em quarto lugar no Google Trends.

Google / Reprodução

A mobilização das mulheres também veio em forma na forma deste texto, que foi copiado e colado no Facebook ou postado como imagem no Instagram.

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A hashtag #EleNao também foi compartilhada na forma de ilustrações.

Que se espalharam por timelines e Stories afora.

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De acordo com uma pesquisa do DataFolha de sexta (14), metade das mulheres rejeita completamente a candidatura do Bolsonaro.

Instagram / Reprodução

Também de acordo com a pesquisa, se a eleição acontecesse apenas entre homens com renda superior a 5 salários, Bolsonaro ganharia no primeiro turno. Enquanto entre as mulheres mais pobres ele é rejeitado por 90% do eleitorado. Ou seja, são as mulheres, principalmente as mais pobres, que estão impedindo que ele ganhe no primeiro turno. Ainda de acordo com o DataFolha de sexta (14), Bolsonaro está no momento com 26% das intenções de voto.

Atualização (17 de setembro às 13h06):

O tuíte de Jair Bolsonaro não usou a imagem do grupo hackeado, e sim, de outro grupo, de mulheres que apoiam o candidato. A informação foi corrigida.

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