Gil foi alvo de homofobia por parte de seu time do coração. Tá na hora de falar sobre homofobia no futebol

E até agora o Sport Club Recife não tomou uma atitude prática quanto ao assunto.

Tão logo deixou o "BBB", Gil do Vigor recebeu uma overdose de amor.

Anderson Stevens/Sport Recife

No Recife, ele foi recebido na Ilha do Retiro, estádio de seu time de coração, o Sport.

No clube, ele chegou a fazer sua dancinha característica, o Tchaki Tchaki, em reportagem para a Globo.

E a maravilhosa repórter Sabrina Rocha entrou na brincadeira para o "Globo Esporte".

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Não é novidade para ninguém que o futebol ainda é um meio muito homofóbico. E é um absurdo que tenhamos de nos deparar com situações como essa em pleno 2021.

O deputado estadual Romero Albuquerque (PP) solicitou ao time a expulsão do conselheiro Flávio Koury do quadro de conselheiros: “Fiz a solicitação formal porque este senhor não pode representar o Sport. Ele não tem respeito por ninguém, ofende diretores, técnicos, jogadores e, agora, parte da nossa torcida. Não há espaço para quem pensa dessa forma”.

Nenhuma resposta foi dada até o momento.

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Não precisa ser nenhum gênio para entender que não adianta se opor à homofobia mantendo alguém de discurso homofóbico em seu conselho, Sport.

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Não adianta discurso bonito. É preciso tomar uma atitude prática. Está na hora de falar com seriedade sobre homofobia no futebol.

Eu, como torcedor do Sport Club Recife, estou envergonhado.

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