Estes tuítes expõem o racismo por trás da morte do jovem negro asfixiado por um segurança do Extra

Pedro Gonzaga, de 19 anos, morreu após ser imobilizado e sofrer uma gravata em um supermercado no Rio. A rede anunciou que afastou o segurança envolvido e disse que não vai se "eximir das responsabilidades."

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Em nota, a assessoria do Grupo GPA, proprietária do Extra, afirmou ao BuzzFeed Brasil que é "lamentável o episódio ocorrido" e que "a rede vem a público reiterar que não aceita qualquer ato de violência". Leia o posicionamento da empresa na íntegra abaixo:

"Um grave fato ocorreu na loja do Extra e a rede não vai se eximir das responsabilidades diante do ocorrido, sendo o maior interessado em esclarecer a situação o mais rapidamente possível. Desta forma, está colaborando com as autoridades e contribuindo com todas as informações disponíveis."

"Os envolvidos no caso foram definitivamente afastados. A companhia instaurou uma sindicância interna para acompanhamento junto à empresa de segurança e aos órgãos competentes do andamento das investigações. O Extra continuará contribuindo com a apuração e assegura que tomará todas as medidas cabíveis tendo em vista o resultado da investigação.

Acrescentamos que, independentemente do resultado da apuração dos fatos, nada justifica a perda de uma vida e a companhia se solidariza com os familiares e envolvidos", afirmou a assessoria.

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