A internet e a luta contra o estupro

Mulheres estão compartilhando apoio à vítima dos 30 estupradores, enquanto mostram quanto este medo é presente na vida de todas.

A notícia se espalhou na quarta-feira e as mensagens contra a violência começaram a tomar as redes sociais.

Reprodução/ Facebook

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Mulheres e homens customizaram seus avatares no Facebook:

E esta imagem foi muito compartilhada:

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Algumas páginas compartilharam formas das pessoas contribuírem para as investigações.

      

E algumas pessoas falaram sobre a atitude de um dos agressores, que divulgou o vídeo no Twitter.

      

Muitas pessoas criticaram quem tentou achar alguma justificativa para o estupro da garota.

      

E também mostraram o absurdo dos comentaristas tentando relativizar o crime.

      

... foram respondidos como posts como este:

      

O uso de expressões como "suposto estupro" por parte de alguns sites e jornais também foi criticado.

      

E o debate em torno da cultura do estupro veio à tona.

      

Nas redes sociais, pessoas tentaram explicar a cultura do estupro com diversas imagens de impacto.

      

Um dos vídeos que mais viralizaram no Facebook foi o de Maynara, que falou sobre o caso em inglês e teve mais de 4 milhões de visualizações, até a publicação deste post.

A página Basta de Violência Contra a Mulher postou um vídeo com 30 mulheres de Porto Alegre contando até 30.

E outras mulheres postaram vídeos convocando para uma vigília de 33 dias contra o estupro.

Houve quem escreveu uma carta à vítima no Facebook:

      

Algumas pessoas ainda fizeram ilustrações em apoio à menina do Rio.

      
      

E homens começaram a fazer posts para falar da cultura do estupro para outros homens.