A história desse cara que foi parar na capa da Veja SP pode ser mais longa que se imagina

Carol Canon usou seu Twitter para acusá-lo de assédio nas redes sociais.

A capa da Veja São Paulo desta semana traz o empresário Felipe Nunes, tirando uma selfie com um closet grifado ao fundo, ilustrando sua matéria sobre "influenciadores ostentação".

Felipe ganhou uma relativa notoriedade após aparecer em um dos vídeos de "Quanto custa o outfit", que viralizaram no final de maio.

Reprodução / YouTube / Via youtube.com

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Na matéria, aparecem as seguintes frases atribuídas a ele.

Reprodução / Veja SP / Via vejasp.abril.com.br

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O assédio teria acontecido em 2016, quando ela trabalhava em um albergue em São Paulo onde ele morava. Na época, ela postou sobre o ocorrido no Facebook.

Reprodução / Twitter / Via Twitter: @carolcanon

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Toda conversa aconteceu depois que ela postou esta foto.

E também os prints com tudo o que ele disse.

Reprodução / Twitter

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E inclusive nas DMs de Carol.

Reprodução / Twitter / Via Twitter: @CarolCanon

Por telefone, o Felipe entrou em contato com a gente e quis explicar algumas coisas.

Sobre o assédio de Carol Canon: "Fiz essa brincadeira porque eu já a conhecia e era assim que ela chamava a si mesma e suas amigas a chamavam no Instagram. Ela não era minha amiga, mas era minha conhecida. Eu só queria mostrar que ela queria chamar atenção. Ela está supercerta no sentido que as mulheres têm que ser respeitadas, mas ela está completamente errada no sentido de que eu a assediaria, porque eu jamais faria isso, até porque eu sou gay e jamais teria interesse nela.

Fui criado por uma família de cinco tias, mãe e avó, se uma pessoa que é pelos direitos igualitários sou eu. Foi um comentário infeliz, peço desculpas caso ela tenha se sentido ofendida. Mas pelo bem da comunidade, pro bem das feministas, que elas foquem as energias delas em causas positivas, em causas reais. Não em dizer que eu sou assediador porque assim você está vulgarizando a palavra assediador. E ai quando aparecer uma pessoa que realmente fizer algo as pessoas vão ficar na dúvida".

Sobre pessoas trancadas dentro de sua casa: "Na verdade, foi uma amiga que convidou umas 10, 15 pessoas para irem na minha casa, eu fiquei sem graça de desconvidar. Quem chamou a polícia fui eu ao perceber que uma pulseira minha tinha sumido. Você entende que na verdade eu sou uma vítima e só estava querendo recuperar um bem meu?".

Ele também quis falar sobre seu comentário sobre os Uber: "Eu fiz outro comentário infeliz, aquele comentário sobre os Uber. O que eu queria dizer era que não queria ter que usar terno e gravata - uma roupa que não só os motoristas do Uber, mas até mesmo grandes empresários usam. Eu gosto de usar tênis, moletom, mas a jornalista colocou dessa forma resumida e pegou muito mal. Eu não quis menosprezar a profissão de ninguém. Até porque eu já ralei muito. Já cheguei a trabalhar 10 horas no shopping nesta mesma época que eu morava no hostel e eu conheci a Carol".

Ele considera que as pessoas estão falando coisas sobre ele mais por um efeito manada e estão sendo poucos parciais sobre isso. Estão ofendendo sua mãe, sua família. Mas ele preferiu não dar mais detalhes sobre o que ele faz da vida hoje e como ele ganha dinheiro.

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