17 histórias de crianças que vão acabar com sua vontade de ter filho

"Uma amiga duvidou que eu fizesse cocô e jogasse pela janela".

Pedimos para nossos leitores nos contarem histórias cabulosas de crianças bem doidas. Veja as melhores agora neste post.

      

1. "Meu filho jogou talco no filtro de água".

Nastia11 / Getty Images

“Uma vez eu sai pra dar um rolê com as amigas e voltei de madrugada meio felizinha. Como eu e meu filho, na época com dois anos, dormimos no mesmo quarto, pra não atrapalhar o sono dele, resolvi dormir na sala mesmo. Acho que ele sentiu a ausência no meio da noite, acordou, e, em vez de me chamar, foi ao banheiro, pegou o frasco de talco, veio jogando o pó no carpete e pisando em cima até chegar na sala. Não contente, subiu na mesa do jantar, abriu o filtro de água portátil que a gente tem, jogou mais talco dentro. Ele largou o frasco na mesa e foi dormir. O talco no filtro de água eu descobri porque deu sede de manhã.” - Soymara Santos, via Facebook.

Publicidade

2. "Inventei que os bombeiros nos colocaram num helicóptero e que sobrevoamos a cidade de portas abertas".

Noblige / Getty Images

“Quando tava no pré, teve uma excursão até o quartel dos bombeiros — e foi meio chato, pra falar a verdade. Depois minha mãe quis saber como tinha sido, e eu embelezei a história UM POUQUINHO. Disse que os bombeiros nos colocaram num helicóptero e sobrevoamos a cidade de portas abertas. Eu inclusive fiquei sentada na beirada, balançando os pés pra fora. Resultado: minha mãe, que é uma pessoa altamente suscetível a cair em trollagens até hoje, foi tirar satisfação com a diretora, quase saiu no tapa. E eu sustentei a mentira mesmo com a treta rolando!” - Silvia Tratnik, via Facebook.

3. "Tomei o remédio de dormir do meu pai e dormi 48 horas".

Katarzynabialasiewicz / Getty Images

"Quando eu tinha uns oito anos, fiquei bem mal e minha mãe me mandou tomar 30 gotas de um remédio que ficava na bancada da cozinha. Cheguei lá e havia dois vidros bem parecidos. Peguei o o primeiro que vi pela frente e tomei. Mostrei pra minha mãe qual eu tinha tomado e aí descobrimos que aquele não era o meu, mas sim o de dormir do meu pai. Detalhe: ele tomava três gotas por noite. Dormi por 48 horas seguidas e minha mãe até pensou em me levar no hospital, mas eu tava tão dopado que não conseguia levantar da cama." - gabrielt4b7339c1e

Publicidade

4. "Minha tia teve que esclarecer que não estava morta".

Reprodução Rede Globo

“Eu tinha uma tia com problemas no coração. Ela morava no fundo de casa e sempre cochilava durante a tarde. Um dia, peguei a maquiagem dela e pintei o rosto todo com sombra roxa. O filho dela chegou em casa e achou que a mãe tinha morrido. Foi uma gritaria e comoção até que ela acordou e esclareceu que não estava morta.” - Mayra Marinheiro Martinelli, via Facebook.

5. "Grudei um absorvente na orelha".

Agrigorjeva / Getty Images

“Quando tinha uns três anos, mais ou menos, vi minha mãe pegando um absorvente e perguntei o que era. Ela, pra não explicar pra uma criança de três anos o que era, falou que era pra colocar quando sentisse dor de ouvido. Um tempo depois, recebemos várias pessoas em casa e, lá pelas tantas, eu apareci com um absorvente grudado em cada orelha dizendo que estava com dor de ouvido.” - Priscila Hort, via Facebook.

Publicidade

6. "Comi cocô achando que era ovo de Páscoa".

Warapatr_s / Getty Images

"Quando criança, lá pelos meus quatro/cinco anos, minha mãe fazia ovos de Páscoa para vender. Minha irmã devia ter três anos, mais ou menos, e criança faz cocô, né? Ela fez no meio da casa e eu, inocentemente, achei que era chocolate. Até hoje, quando faço alguma besteira, me jogam na cara que já comi cocô, por isso sou assim." - alicesilva.

7. "O pai BERRAVA o Pai Nosso".

Reprodução

Meu primo de 12 anos ‘Matheus’ convenceu meu outro primo de 9 anos ‘Eduardo’ a assistir à 'Invocação do Mal'. Enquanto Eduardo estava na escola de tarde, o Matheus entrou na casa dele (eles eram vizinhos) e se escondeu embaixo da cama do Eduardo. Ele ficou lá CINCO HORAS esperando o Eduardo finalmente colocar o filme para assistir, mas os pais do Eduardo foram junto. No meio do filme, Matheus começou a empurrar o colchão de baixo da cama e foi uma catástrofe: a mãe pulou a janela do quarto e berrava lá de fora. O pai segurava Eduardo e BERRAVA o Pai Nosso. Quando Matheus saiu debaixo da cama teve que correr pra casa pra não apanhar dos três" - alissanahari.

Publicidade

8. "Tive que contar para minha mãe, rimos muito, apanhei".

Nomadsoul1 / Getty Images

"Quando eu tinha uns sete anos, briguei com duas amigas do condomínio. Uma delas começou a puxar meu cabelo. Chamei uma outra amiga, que também estava brigada com elas, peguei algumas pedrinhas, fomos até o carro dos pais de uma das meninas e eu induzi a minha aliada a desenhar no carro todo com as pedrinhas. Fizemos flores, bonequinhos de palito, corações, riscos aleatórios e até a inicial dos nossos nomes — D e B. No dia seguinte, eu viajei com a família e voltei três dias depois. O condomínio todo estava atrás da pessoa que havia vandalizado o carro dos moradores do segundo andar. Havia avisos no elevador, na portaria, nos corredores. Tive que contar para minha mãe, rimos muito, apanhei e ela pagou o estrago. :/" - danielamm.

9. "Olhava um carro e dizia que o nome era pênis".

Valerybrozhinsky / Getty Images

"Quando eu tinha cinco anos, descobri o que era vagina e pênis, mas achava que ninguém além de mim sabia que eram nomes científicos para piupiu e pitoca (se chama pitoca onde moro). Passei um dia inteiro falando pra todo mundo que eu via que o nome de qualquer coisa arbitrária era vagina e pênis. Olhava um carro e dizia que o nome era pênis, olhava uma pessoa e dizia que o nome dela era vagina. Ficava com minha avó, mas ela não tinha coragem de explicar que todo mundo sabia o que significava. Só à noite meu pai me explicou e meu mundo caiu." - lucast43bfba4e9.

Publicidade

10. "Fiz cocô nas calças e fiquei me arrastando pelo chão pra disfarçar".

Ocusfocus / Getty Images

"Quando eu era pequena, lá pros cinco, seis anos de idade, comecei a fazer aulas de jazz. Na primeira ou segunda aula, depois de alguns minutos, me deu aquela vontade ENORME e desesperadora de ir ao banheiro. Mas, na época, eu era muito, muito tímida MESMO e fiquei morrendo de vergonha de perguntar para a professora onde ficava o banheiro. Conclusão: não aguentei, fiz cocô no collant/meia-calça/shortinho de malha mesmo e, pra ninguém perceber, fiquei me arrastando pelo chão o resto da aula. Aí, quando minha mãe foi me buscar, ela me perguntou 'que fedor é esse?' e tudo o que eu pude fazer foi contar, em meio às lágrimas, que tinha feito cocô na calça. Ah! Tem uma mancha marrom no chão da sala em que eu fiz jazz até hoje…" - isabelasv.

11. "Minha irmã fingiu que estava possuída".

Nomadsoul1 / Getty Images

"Quando eu era pequena, minha mãe me deixou com a minha irmã adolescente e um monte de primos crianças em casa. Minha irmã endiabrada roubou o lápis de olho preto da mãe, pintou a boca e os olhos de preto, se jogou no chão e fingiu que estava possuída (com direito a minha prima mais velha exorcizando ela e tudo mais). Deu criança correndo pra todos os lados e eu que era a menor (uns quatro anos de idade) corri pra debaixo da cama e fiquei lá apavorada, gritando enquanto a possuída pelo lápis da Avon ficava ao redor da cama fazendo voz grossa e falando que ia me pegar. Fui salva pela minha mãe que chegou e deu um corridão em todo mundo." - Camila Nazário, via Facebook.

Publicidade

12. "Ficou tudo empesteado de bosta".

Pmmart / Getty Images

"Tenho um irmão mais novo de seis anos. Um belo dia, meus pais saíram de manhã e deixaram-no sob meus cuidados. Era muito cedo, então eu pensei: 'ah, ele sabe se virar, vai sobreviver umas duas horas'. E fiquei dormindo. Acordei com meus pais quase morrendo, surtando porque o meu irmão cagou e resolveu limpar a bunda em simplesmente TUDO QUE TINHA PELA FRENTE. Era toalha, pano de prato, roupa que tava na cadeira, TUDO EMPESTEADO DE BOSTA. Foi trágico, e óbvio que eu levei AQUELA bronca marota." - CarolinaBianchini.

13. "Embrulhei uma faca de cozinha, escrevi um bilhete em letras recortadas e entreguei pro menino de quem eu gostava".

Jarin13 / Getty Images

"Uma vez eu tava assistindo aquele programa 'Charme' da Adriane Galisteu (um que você ligava e tinha que falar 'Olá, Galisteu') e começou uma matéria que falava sobre ciúme doentio e gente que até mata por amor. Eu devia ter uns 10 anos e gostava de um garoto na escola, só que ele estava andando com outra garota. Na hora em que eu ouvi na TV ‘CIÚMES PODE MATAR?’ não tive a menor dúvida: peguei uma faca de cozinha pequena da minha mãe, embrulhei num papel de presente e entreguei 'discretamente' pra eles, colocando embaixo da carteira com um bilhete com umas letras de revista. Minha mãe foi chamada na escola e eu jurei POR DEUS que não tinha sido eu. É claro que minha mãe reconheceu a faca e eu fui convidada gentilmente a me retirar da escola." - iolandas48ed2c4e4.

Publicidade

14. "Uma amiga duvidou que eu fizesse cocô e jogasse pela janela".

Mikeuk / Getty Images

"Fiquei sozinha em casa pela primeira vez e decidi chamar duas amigas para irem lá. Quando chegamos, uma amiga duvidou que eu fizesse cocô e jogasse pela janela (moro no 13º andar). Pra quê? Peguei um pote, abaixei e fiz ali mesmo na sala, na frente das duas. Em seguida joguei pela janela. Uma delas vomitou e tive que limpar tudo! Quando chegamos no play, ainda escutamos um morador falando com o empregado que havia uma bosta na garagem e que estava fedendo muito." - camilas406aa041b.

15. "Minha priminha de cinco anos saiu contando pra família toda que tinha visto o pai 'mamar na mamãe'".

"Minha priminha de cinco anos saiu contando pra família toda que tinha visto o pai 'mamar na mamãe', achando maior graça. Minha tia morreu de vergonha tentando explicar pra família toda o que tinha acontecido." - ninacferri.

Publicidade

16. "Ficamos presos na tomada como naquele episódio do Chaves".

Reprodução

"Quando eu era criança, tinha mania de eletricidade. Adorava mexer em fios, abrir eletrônicos e tal. Na época — eu devia ter uns oito anos —, teve um problema aqui em casa e tivemos que trocar toda a fiação, fiquei fascinada. Quando o serviço acabou, vi que eles haviam colocado uma tomada ao lado da minha cama. Quando vi, toda aquela fascinação tomou conta de mim e fui desmontar a tomada para ver como estava por dentro. Tomei um baita choque. Meu pai, no desespero, veio e me agarrou. Ficamos os dois presos na tomada, como os personagens do Chaves naquele episódio em que falta luz na vila." - carolzitaoliveira89.

17. “NÃO, PALHAÇO, A GENTE NÃO QUER NADA!”

Reprodução

"Quando eu tinha uns cinco anos, minha família era bem quebrada. Um circo grande foi pra minha cidade e meu pai ganhou ingressos no trabalho dele e deu pra mim e pras minhas primas. Minha mãe ficou responsável de levar a gente e antes de sair de casa avisou que não iria comprar nada no circo, levamos salgadinho de casa e tudo mais. Não era para ninguém pegar nada das mãos dos palhaços, que vendiam bonequinhos na fila de carros do circo. Esses palhaços geralmente davam o brinquedo na mão da criança, e se ela não quisesse devolver, o pai acabava pagando. Pois bem, estávamos na fila do circo, todas felizes, quando os palhaços começaram a se aproximar do carro. Quando chegaram perto, eu muito dramática, me icei pra fora do carro pela janela e berrei 'NÃO, PALHAÇO, A GENTE NÃO QUER NADA!'. Até hoje na minha família quando alguém quer alguma coisa e não pode comprar, falam o meu bordão" - mcmotta71.

Publicidade

Veja também:

Publicidade

Veja também