'Young Royals' é um misto LGBT de 'The Crown' e 'Malhação'. E a gente amou isso!

Um príncipe gay, uma escola rigorosa e a monarquia em crise. Tá passada?

Nos últimos dias, uma série sueca tem ganhado um número cada vez maior de fãs nas redes sociais. Não há jeito melhor de descrever "Young Royals" que não seja esse: uma mistura de "Malhação" com "The Crown" em versão LGBT.

Divulgação/Netflix

A história toda é ambientada em um colégio (eu ouvi Múltipla Escolha?) interno para onde vão herdeiros de famílias muito ricas.

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Depois de se envolver um briga que vai parar nos tabloides, Wilheim (Edvin Ryding), o jovem príncipe da Suécia, é enviado para internato, onde embarca numa jornada de autodescoberta.

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É lá que ele conhece o jovem Simon (Omar Rudberg), rapaz pobre que lhe oferece um choque de realidade e de sentimentos. Os dois se apaixonam. E é tudo muito fofo de um jeito adolescente, mas longe da cafonice.

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A história dos rapazes, claro, não será simples. Um dos melhores amigos de Wilheim não é, vamos dizer, um carinha muito legal, não.

Mas o real dilema é que trata-se, afinal, de um herdeiro do trono vivendo um romance homossexual. Estaria a monarquia pronta para ter um príncipe afirmadamente gay? Quem assiste "The Crown" sabe que as coisas não são tão simples assim.

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O que é mais legal em "Young Royals" é o fato de que o roteiro da série não toma os caminhos mais fáceis e nem tenta maquiar a sexualidade de seus protagonistas. Fala-se sobre drogas, valores morais e, sim, tem beijo e sexo.

E o melhor: os adolescentes têm cara de adolescentes porque SÃO adolescentes

Eles têm espinha, estão em fase de crescimento e não parecem adultos fingindo.

Chora, "Malhação"!

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Se você curte assistir trailers antes de dar uma chance às séries, aqui vai a versão legendada.

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Vale a pena dar uma chance. E são só seis episódios. Fica a dica!

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