"Rebelde": 10 motivos para assistir – e amar – a versão da Netflix

Série, com 8 episódios, estreou nesta quarta-feira (5).

Como tudo relacionado ao "Rebelde", a versão que estreou nesta quarta-feira (5) na Netflix promete dividir o público entre os que vão amar e odiar o reboot. Não à toa, o próprio site da produção tem na tela inicial a pergunta: lover ou hater? Assistimos à série e listamos abaixo 10 motivos para amar a primeira temporada.

1. Por ser um reboot, e não um remake.

Para mim, esse é o principal motivo para dar uma chance para a série. A versão da Netflix não tenta recontar a história que já conhecemos – e somos fãs –, mas sim, contar sua própria versão a partir de um espaço já conhecido, o Elite Way School (que agora se chama só EWS). Ou seja, você verá personagens e dramas originais aqui, não alguém querendo ser a nova Mia ou Roberta.

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2. Rever rostos já conhecidos.

Reprodução/Twitter

Duas velhas conhecidas do público estão de volta na nova versão: Pilar Gandía (Karla Cossío) e Celina Ferrer (Estefanía Villarreal).

3. Uma brasileira no "Elite Way School".

Rebeldes de todo o Brasil, temos uma de nós no "Elite Way School", ainda que a escola agora seja chamada apenas de EWS. A atriz Giovanna Grigio interpreta a agridoce Emília, que desde o primeiro episódio já mostra que está ali para causar. Em entrevista ao BuzzFeed, ela contou que precisou ser muito "cara de pau" para conseguir o papel. Falando nisso, que tal conhecer as preferências da atriz sobre a versão mexicana de Rebelde neste teste aqui.

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4. Homenagem ao RBD.

Reprodução/Netflix

O reboot faz questão de homenagear o RBD. E isso não ocorre apenas com referências e citações aos membros do sexteto mexicano. Há, no EWS, uma espécie de santuário onde itens originais do grupo ficam expostos em um corredor do colégio. Outro momento especial é quando os alunos precisam criam um clipe a partir das canções do RBD.

5. Muito mais música.

A versão feita pela Netflix gira em torno de uma Batalha de Bandas. E isso faz com que a série seja recheada de momentos musicais desde o primeiro episódio. Temos versões que vão de "Baby One More Time", da Britney, a “Für Elise”, de Beethoven.

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6. Sotaques diferentes.

A diversidade, em diversos aspectos, é um dos pontos positivos da série. E, em relação à nacionalidade dos atores do reboot, isso é mais mais importante, já que estamos falando de um programa de tanto impacto na comunidade latina. Além de Emilia, que é brasileira, temos Luka (argentino) e Dixon (colombiano), como outros estudantes estrangeiros. Essa mistura de sotaques dá um charme a mais à série.

7. Elenco fã de RBD.

Além de Giovanna Grigio, que contou para a gente sua primeira memória do RBD, temos entre os atores desta nova geração outros fãs da banda original. É o caso da atriz Azul Guaita, que interpreta Jana Cohen. Recentemente ela compartilhou no Instagram uma foto ao lado de Anahí, nossa eterna Mia Colucci.

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8. Uso de gênero neutro.

Reprodução/Netflix.

Mais uma vez a Netflix mostra estar a par das mudanças do mundo. Exemplo disso é o uso do gênero neutro. O primeiro episódio da série se chama “Sejam todes bem-vindes”. Além disso, o uso do gênero neutro é mencionado também por Luka na chegada ao colégio: “estamos na terceira década do século 21”, diz ele.

9. Representatividade.

Além da diversidade de culturas, o reboot também dá um passo à frente em relação à orientação sexual dos personagens. Luka é gay e Emilia é bissexual, por exemplo. Também, diferente da versão original, essa traz protagonistas não brancos. Mas eles ainda são minoria.

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10. Uniformes cheios de estilo.

Mayra Ortiz/NETFLIX

É impossível não ficar apaixonado por cada peça dos novos uniformes do colégio. Além das gravatas, a versão do EWS inclui saia para os meninos, suéter sem mangas, uma jaqueta no estilo high school americano e um shortão desses que as fashionistas todas usam por aí.

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