Elencamos os mascotes olímpicos do mais fofo até o mais feio

O dos Jogos de Atlanta de 1996 é uma ofensa.

Mascotes olímpicos sempre rendem algumas discussões, afinal, o que o ser humano mais gosta de fazer é dar palpite. Por isso, resolvemos não ficar de fora dessa e elencamos todos os mascotes da história das Olimpíadas - dos mais fofos até os mais feios.

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1. Syd, Olly e Millie - Olimpíada de Sydney (2000)

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Não sei se é porque eles ficaram grudados na minha memória afetiva, mas os mascotes da Olimpíada de Sydney, que rolou no ano 2000, nunca foram superados. Esta foi a primeira vez na história das Olimpíadas que uma edição teve mais de um mascote oficial. Syd é um ornitorrinco, um dos símbolos da Austrália, e seu nome é uma abreviação de Sydney, cidade que sediou o evento. Olly é uma cacatua muito simpática, e seu nome é uma abreviação de "Olympics". Já Millie, que se parece um porco-espinho, na verdade é uma equidna. Seu nome é inspirado na palavra "millennium". Fofos demais!

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2. Beibei, Jingjing, Huanhuan, Yingying e Nini - Olimpíada de Pequim (2008)

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Em segundo lugar, os fofíssimos "fuwa", palavra que significa "bonecos da sorte". Eles foram a cara da Olimpíada de Pequim em 2008 e, além de bonitinhos, cada um representa um pouco da cultura chinesa e dos esportes olímpicos.

Da esquerda pra direita, temos Beibei (o peixe, que representa prosperidade e esportes aquáticos), Jingjing (o panda, que representa honestidade, otimismo e os esportes de força), Huanhuan (que representa a própria chama olímpica e os esportes com bola), Yingying (o antílope-tibetano, que representa a saúde e o atletismo) e Nini (a andorinha, que representa a inocência e a ginástica olímpica).

3. Vinícius e Tom - Olimpíada do Rio de Janeiro (2016)

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Bem brasileirinhos, Vinícius e Tom foram respectivamente os mascotes da Olimpíada e da Paralimpíada do Rio em 2016. Nem é preciso dizer que seus nomes homenageiam grandes figuras brasileiras: Vinícius, que representa a fauna brasileira, foi batizado em homenagem a Vinícius de Moraes. Já Tom, que recebeu este nome em homenagem a Tom Jobim, representa a diversidade da nossa flora. Olha essas carinhas, gente! Coisa mais linda.

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4. Misha - Olimpíada de Moscou (1980)

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Misha é um mascote olímpico tão fofo que foi o primeiro a se tornar sucesso comercial no mundo todo, e virou até desenho animado! Produtos que traziam a imagem do simpático urso, animal símbolo da Rússia, começaram a ser vendidos que nem água e até hoje este é considerado o mascote de maior sucesso da história das Olimpíadas. Como se não bastasse, ele protagonizou um dos momentos mais marcantes que já vimos nos jogos...

Na cerimônia de encerramento, vários humanos se aglomeraram para formar este painel do Misha. Com um golpe baixo que fez todo mundo ficar em prantos, o ursinho deu uma piscadinha e derramou uma lágrima como se estivesse triste pelo fim do evento. ME ABRAÇA, MISHA!

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5. Miraitowa e Someity - Olimpíada de Tóquio (2020)

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Com este look bem futurista, os mascotes de Tóquio aparecem em quinto lugar na nossa lista da fofura. Eles foram criados para representar a tradição e a inovação do Japão, e sua aparência lembra os famosos desenhos do país. O azulzinho Miraitowa é o mascote da Olimpíada e seu nome é uma junção das palavras "futuro e eternidade". Já Someity é a mascote da Paralimpíada e seu nome, na verdade, é o mesmo de uma variedade de cerejeira, árvore muito presente na cultura japonesa.

6. Hodori - Olimpíada de Seul (1988)

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Hodori é bonitinho, sim, mas é inevitável pensar numa embalagem de sucrilhos quando olhamos pra ele. O mascote dos jogos de Seul é um tigre e seu nome significa "tigrezinho". Não é feio, mas também não é dos melhores, e por isso apareceu em sexto lugar na nossa lista.

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7. Waldi - Olimpíada de Munique (1972)

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Este cãozinho não aparece em sétimo lugar por ser feio, mas vamos combinar que ele é um tanto... básico. Apesar disso, Waldi tem seu mérito: ele foi o primeiro mascote oficial da história das Olimpíadas. O dachshund (raça mais conhecida no Brasil como SALSICHINHA) representa resistência, agilidade e tenacidade. Tá bom, então!

8. Sam - Olimpíada de Los Angeles (1984)

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Este é outro personagem olímpico que cometeu o crime de ser básico demais. Tudo bem, a águia é um dos símbolos dos Estados Unidos e faz todo sentido usá-la como mascote. Mas sei lá, você não tem a sensação de que falta alguma coisa ali? O famoso TCHAN? Sam, na verdade, era pra ser um urso. Mas depois que Misha conquistou o mundo como símbolo dos jogos de Moscou, os Estados Unidos tiveram que mudar de ideia e criaram a versão águia do Tio Sam.

Falando bem baixinho aqui: que preguiça...

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9. Cobi - Olimpíada de Barcelona (1992)

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Eu juro que tentei apreciar este cãozinho humanizado que foi símbolo dos jogos de Barcelona, mas alguma coisa aqui não tá batendo. Como personagem de desenho da Nickelodeon dos anos 2000 ele com certeza seria um sucesso, mas para representar uma nação inteira em um evento mundial ainda falta muita coisa. Não sei se é o look monocromático ou os olhos sem expressão, mas pra mim este mascote é beeeem mais ou menos.

10. Phevos e Athena - Olimpíadas de Atenas (2004)

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Vou dizer isso com TODO respeito à nação que é mãe das Olimpíadas: estes mascotes são feios. Não é nem pelo desenho em si, e sim pela falta de carisma e personalidade que eles transmitem. Muita gente nem lembrava que estes mascotes existiram, o que é estranho se pensarmos que eles foram símbolo da edição que trouxe as Olimpíadas de volta para o seu berço, na Grécia, depois de mais de 100 anos. O design foi inspirado nos daidalas, bonecos de argila do século 7 a.C. Phevos, de azul, representa Apolo, deus da luz e da música. Já Athena, como o próprio nome indica, representa Atena, deusa da sabedoria. O conceito é lindo, mas faltou execução - infelizmente.

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11. Wenlock e Mandeville - Olimpíada de Londres (2012)

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A partir daqui não tem nenhuma ressalva, e digo com todas as letras que os mascotes da Olimpíada e da Paralimpíada de Londres são MUITO FEIOS! De acordo com o criador, estes personagens "foram feitos com os restos do aço utilizado na construção do Estádio Olímpico de Londres". Sério, galera? Bonecos inspirados em restos? E olha que o conceito meio equivocado não para por aí: os olhos de Wenlock e Mandeville foram criados para representar câmeras, filmando e observando tudo. Sai pra lá! O último detalhe está em cima de suas cabeças, que trazem um sinalizador que faz alusão aos famosos táxis ingleses. Enquanto outros países celebram sua natureza, a Inglaterra celebrou carros e poluição. Tudo errado, vamos pro próximo.

12. Amik - Olimpíada de Montreal (1976)

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Representando um castor, Amik (palavra que significa... castor) é outro mascote bem feioso. Ele não inspira uma gota de alegria, de esperança, de prosperidade, de carisma, de NADA! É apenas uma mancha escura com uma faixa vermelha no meio. Poderiam ter feito um castor mais simpático, mais acolhedor e bonito, afinal, o animal é símbolo do Canadá. Mas não. Parece que ele foi criado por alguém que estava de extremo mau humor, um inimigo do riso.

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13. Pra terminar, Izzy - Olimpíada de Atlanta (1996)

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Não sou só que estou dizendo! Izzy é um mascote horrível, e esta foi a opinião geral quando ele foi apresentado ao mundo. Izzy não é um animal e nem uma pessoa, é apenas um personagem que parece ter saído de um desenho obscuro dos anos 90. Seu nome original era WHATIZIT (uma brincadeira com a frase "o que é isso?", em inglês). Realmente, quando a gente olha pra ele a primeira pergunta que surge na cabeça é: que p**** é essa? Feio demais.

E aí, você concorda ou discorda das posições dos mascotes nesta lista? Comenta lá nas nossas redes sociais!

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