9 famosos que perderam a chance de ficar quietos

"Esperançosamente ela teria sido uma belieber" - Justin Bieber sobre Anne Frank.

Com o avanço do conservadorismo, está sendo cada vez mais comum ver celebridades "saindo do armário" com opiniões retrógradas ou apenas bastante cringes. Aqui, listamos 9 vezes em que famosos perderam uma ótima chance de ficar quietos.

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É como dizia a Fergie: "cala a boca".

1. J. K. Rowling.

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A autora da saga "Harry Potter" conquistou milhões de fãs ao redor do mundo, mas ultimamente ela vem trabalhando incansavelmente para decepcionar todos eles. Rowling, que escreveu uma história com mensagens sobre aceitação e união, já deu diversas declarações transfóbicas e usa suas plataformas para reforçar estigmas e preconceitos contra a população trans e travesti.

Sua presepada mais recente está no livro "Sangue Revolto", que escreveu sob o pseudônimo Robert Galbraith. Na história, um serial killer se disfarça de mulher para cometer crimes contra mulheres cisgênero. Precisava? Não precisava. Em outro momento lamentável, a autora postou um tuíte incomodada com o uso do termo "pessoas que menstruam" pois, para ela, menstruação é uma coisa exclusiva de mulheres cis.

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2. Patrícia Abravanel.

SBT

No último dia 1 de junho, data que marca o início do Mês do Orgulho LGBTQIA+, Patrícia Abravanel achou seria legal defender Caio Castro e Rafa Kalimann por terem compartilhado o vídeo de um pastor dando um discurso homofóbico. Além de usar o velho e preguiçoso argumento de que "eles foram educados de outra maneira", a filha do Silvio Santos ainda ironizou a sigla LGBTQIA+ e disse que as vítimas de preconceito precisam ser mais tolerantes: "eu acho que assim como os LGDBTYH, não sei, querem respeito, eu acredito que eles têm que ser mais compreensivos com aqueles que hoje ainda não entendem direito ou estão se abrindo pra isso". Putz, kkkk.

3. Kanye West.

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Considerado por muitos como um dos grandes gênios da música atual, Kanye não é famoso apenas por seus álbuns aclamados. O artista também é conhecido por dar diversas declarações infelizes, tipo quando sugeriu que a escravidão nos EUA teria sido uma "opção". Isso sem falar nas vezes em que ele defendeu Donald Trump e quando, mais recentemente, ele expôs que Kim Kardashian teria pensado em fazer um aborto quando ela ficou grávida de North, primeira filha do agora ex-casal.

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4. Baby do Brasil.

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"Tenho todo o direito de decidir se quero colocar essa zorra dentro de mim ou não". Esta foi a justificativa que Baby do Brasil deu ao revelar, em entrevista ao UOL, que ainda não tomou a vacina contra covid-19. Apesar de ter reforçado que "não tem nada contra" a vacina, a cantora de 69 anos disse que está fazendo pesquisas sobre os imunizantes e que até o momento ainda não sentiu confiança para se vacinar.

5. Eric Clapton.

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Outro grande nome da música que anda decepcionando muita gente é o Eric Clapton. Recentemente, ele declarou que se recusa a fazer shows em lugares que exigem que o público apresente comprovante de vacinação. "Não me apresentarei em nenhum palco onde haja um público discriminado. A menos que haja providências para que todas as pessoas compareçam, eu me reservo o direito de cancelar o show", disse o cantor em entrevista à revista Rolling Stone.

Ainda sobre este assunto, Clapton lançou a música "Stand and Deliver", que é basicamente um hino contra o isolamento social. "Você quer ser um homem livre ou um escravo? Você quer usar essas correntes até na hora de ir pro túmulo?", indaga a letra da música. Chacota total.

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6. Juliana Paes.

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A atriz talvez tenha criado a maior polêmica do mundo artístico quando, meses atrás, fez um vídeo defendendo o seu direito de se isentar politicamente. Com tudo o que vem acontecendo no país, como o desemprego recorde e taxa assustadora de mortes por covid, Juliana não sente que é necessário usar sua plataforma e sua influência para cobrar que os políticos tomem medidas para proteger a população. Ela, que marcou presença no lamentável porém inesquecível Morobloco, ainda disse que não se sente representada por ninguém e que não apoia os "delírios comunistas da extrema-esquerda". Com todo respeito: KKKKKKKKKKKKKKK

7. Chris Pratt.

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Ele já andou por aí usando camisetas com estampas que remetem aos supremacistas brancos e foi criticado por ser membro da igreja Hillsong, que se posiciona abertamente contra pessoas LGBTQIA+. Em resposta a este último caso, Chris deu uma justificativa bem mais ou menos dizendo: "nenhuma igreja me define ou define a minha vida, e eu não sou porta-voz de nenhuma igreja ou grupo de pessoas". Ué, se esta igreja não o representa por que será que ele continuou indo lá? DÚVIDAS.

Em outro momento bem... cringe, Pratt declarou que não se sente representado em Hollywood porque os filmes "não mostram o verdadeiro cidadão americano". Após sua fala ter virado piada, ele pediu desculpas.

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8. M.I.A.

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A pandemia ainda estava no início, mas a rapper já tinha opiniões bem fortes sobre a vacina. Em março de 2020, M.I.A tuitou: "Se eu tivesse que escolher entre a vacina ou o chip, eu escolheria morrer". Esta não foi a primeira vez que a cantora deu declarações antivacina. Na mesma época, ela afirmou que "foi a coisa mais difícil" ter sido obrigada a vacinar o seu filho para que ele pudesse ser matriculado em uma escola dos Estados Unidos.

9. Justin Bieber.

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Lembra quando o Justin Bieber visitou um museu dedicado à memória de Anne Frank e, ao sair, escreveu no livro de dedicatórias que a jovem vítima do Holocausto poderia ter sido uma belieber? Pois é, a gente lembra - infelizmente.

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