6 lições de Soul sobre o sentido da vida

Contém spoilers... sobre a vida.

1. A vida não tem plot twist.

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Joe passou a vida toda esperando pelo grande momento em que finalmente ia tocar numa jazz band de prestígio, deixar sua mãe orgulhosa. E quando isso finalmente rolou... bom, foi ótimo e foi isso. Aquele momento em que todos os problemas magicamente se resolvem porque você alcançou seu objetivo nunca chega.

"Soul" mandou a real para os contos de fada: e viveram felizes para sempre não existe.

2. Sua paixão não é o seu propósito. Viver é.

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Ter uma grande paixão é algo mágico!

Mas quando ela se torna uma obsessão e você passa a não enxergar a beleza dos outros momentos, você está desperdiçando seu tempo na Terra. Aquilo que você ama fazer não deveria te impedir de amar todo o resto.

"Soul" vai contra todos os livros de autoajuda e coaches que dizem para você encontrar seu propósito na vida, viver é o seu propósito.

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3. A validação que importa é a sua.

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Taylor Swift estava certa: haters gonna hate.

Em "Soul", nós nos tornamos almas perdidas quando acreditamos nas coisas negativas que os outros dizem, aí é que as nossas inseguranças soterram nossa alma. Dar ouvidos a pressão externa enfraquece a essência da vida: nossa conexão com nós mesmos.

É só quando 22 começa a acreditar em si mesma que ela está pronta para viver.

4. Autoconhecimento muda a sua jornada.

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Se Divertidamente é sobre como você se sente, "Soul" é sobre quem você é.

No começo do filme, quando Joe está morrendo surge na tela "Pixar Disney apresenta", mas o título "Soul" só aparece depois da última cena, quando Joe entende a importância de viver cada minuto da sua vida.

É só no final do filme que "Soul" surge na tela, porque é ali que sua história realmente começa, depois que uma longa jornada de autoconhecimento muda sua visão sobre a vida.

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5. O sentido da vida são vários.

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Joe e 22 descobriram que o sentido da vida pode ser desfrutar uma pizza, andar, apreciar as estrelas, conversar sobre algo diferente na barbearia, curtir um músico no metrô. Os sentidos são vários e mudam de momento a momento, é a jornada, não a linha de chegada imaginária que importa.

No fim, Joe entendeu que o que vale não é o quão bem sucedido você foi no que você fez, mas o quanto você soube apreciar tudo o que fez. Reduzir a vida a um único sentido é subestimar o que é viver.

6. Viver é a arte do improviso.

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"Soul", que já vem com o trocadilho musical no título, lança a ideia que a vida é como o jazz. Quando 22 fala que está jazzeando, ela está descobrindo os pequenos prazeres da vida. Dez, o barbeiro de Joe, jazzeou e se sente completo. Tudo bem jazear, tudo bem não ter tudo decidido, para isso é que serve a vida.

A essência do jazz é a espontaneidade, curtir o momento de forma livre. E é isso que o Joe pretende fazer com a segunda chance que ele ganhou: jazzear.

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