5 vezes em que o governo Bolsonaro recusou ajuda internacional ao Brasil

E contando...

5. Negou fundo milionário da Noruega e Alemanha para preservação da Amazônia.

Fábio Nascimento/ Greenpeace

Depois de várias declarações do presidente Jair Bolsonaro de que Alemanha e Noruega teriam a intenção de "comprar" a Amazônia a "prestação", os dois países bloquearam, em 2019, suas contribuições milionárias para o combate ao desmatamento da floresta. O dinheiro fazia parte do Fundo Amazônia, que, desde 2008, era patrocinado pelos dois países europeus.

4. Rejeitou ajuda de US$ 20 milhões do G7 para combate às queimadas na Amazônia.

Casa Branca/Andrea Hanks

Em agosto de 2019, enquanto a floresta amazônica pegava fogo, o governo Bolsonaro anunciou a rejeição à oferta de US$ 20 milhões dos países do G7 para ajudar no combate às queimadas na região.

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3. Recusou proposta de ajuda financeira à Amazônia feita por Biden.

Reprodução/Instagram

Em setembro de 2020, quando Joe Biden ainda era candidato à presidência dos EUA, ele prometeu, junto a outros países, oferecer US$ 20 bilhões para ajudar na preservação da Amazônia. Na época, Bolsonaro disse que a proposta era "lamentável sob todos os aspectos".

2. Rejeitou 70 milhões de doses de vacina da Pfizer.

Divulgação/Pfizer

Como revelado pela CPI da Covid, o governo federal recusou várias ofertas de vacinas feitas pela farmacêutica americana Pfizer ao Brasil. Somente em agosto de 2020, 70 milhões de doses foram rejeitadas pelo governo. Ao menos 53 e-mails da Pfizer sobre a negociação de vacinas contra a covid-19 ficaram sem resposta do Ministério da Saúde no ano passado.

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1. Recusou ajuda humanitária da Argentina à Bahia.

Isac Nóbrega/PR

Na quarta-feira (29), o governo Bolsonaro negou a ajuda de profissionais especializados nas áreas de água, saneamento, logística e apoio psicossocial para vítimas de desastres oferecida pela Argentina às vítimas das fortes chuvas que atingem a Bahia nos últimos dias, afirma o governo do Estado. As enchentes já deixaram ao menos 24 mortos, 434 feridos e mais de 35 mil desabrigadas.

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