25 artistas do Norte do Brasil que vão te fascinar

Prepara seu corpinho para dançar enquanto lê este post!

Esta é uma lista criada para enaltecer músicos do Norte do Brasil, que muitas vezes acabam não recebendo a visibilidade que merecem.

É importante dizer que as descrições são só um resumo do talento desses artistas.

1. Luê

A paraense Luê une elementos da sua formação erudita com referências regionais, como a guitarrada e o carimbó. Ela traz as sonoridades do soul e do pop para cantar sobre amores, solidão, encontros e desencontros.

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Nascida em Macapá, Patrícia Bastos mostra versatilidade no seu trabalho conectando o contemporâneo com música regional. Já concorreu ao Grammy Latino de 2017 na categoria "Raízes Brasileiras".

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O Lucas Estrela mantém o legado da música paraense. Ele é influenciado diretamente por mestres da guitarrada, que são símbolos da cena cultural do Norte do país. A maioria de suas músicas são instrumentais, mas ele tem grandes parcerias que deram voz ao seu disco, como Lenine e Lucas Santtana.

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A AÍLA nasceu na Terra Firme, periferia de Belém do Pará, e se tornou uma das principais apostas do pop brasileiro contemporâneo. Suas composições falam sobre questões de gênero e feminismo, e ela passa o recado com um timbre marcante e com muita personalidade no palco.

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O paraense Arthur Nogueira é cantor, compositor e produtor musical. Ele é conhecido por renovar a música tradicional de grandes poetas da música brasileira. Lançou quatro álbuns e compôs melodias para versos de grandes nomes do mundo da música.

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A Marcia Novo é uma cantora e ativista do Amazonas, tem um estilo único que flui entre o tribalismo indígena dos Boi-bumbá e a influência dos ritmos amazônicos. O som dela vai te fazer mexer o ombrinho.

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A cantora e compositora Keila é uma das responsáveis por promover a mistura inovadora entre tecnobrega paraense e sonoridades de outras periferias do Brasil, como o hip-hop , funk carioca, batidão romântico e trap.

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O paraense Kikito já é uma referência regional. Seu trabalho mescla climas pesados e calmos, gritos e melodias, solos de guitarras e orquestras sintetizadas. Suas composições possuem forte influência da MPB e falam de sentimentos que são recorrentes na vida de todos.

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A amazonense Giovanna Póvoas e o mineiro Helder Cruz formam o duo chamado Chapéu de Palha, que conquistou o público manauara e tem sido um sucesso. Eles são a junção de talento e carisma, e fazem canções que o público se conecta de maneira envolvente.

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O trio paraense Joana Marte tem o rock como base do seu som e te leva para uma viagem experimental que mistura psicodelia e a nova música brasileira. Suas letras são uma reflexão sobre o afeto e o desapego, em tempos que o desinteresse está em alta.

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A República Popular é uma banda de pop rock de Manaus. Suas letras falam de amor e apresentam uma regionalidade que se mistura com sons da Amazônia, que é uma coisa linda de ouvir.

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O Mc Super Shock é cearense, mas foi no Amapá que ele iniciou a carreira e co-fundou a batalha de rimas "Batalha da Bandeira", a pioneira no estado. Ele é produtor, filmmaker e rapper, e traz um jeito afrontoso e debochado como grito de resistência e manifesto ao povo preto.

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Nic Dias é rapper, compositora e ativista. Atualmente, é dona de um dos discursos mais marcantes da capital paraense em defesa dos direitos das mulheres negras, da comunidade negra e da periferia. Com rimas fortes, ela passa o recado com um um trap pesado.

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Pelé do Manifesto é um rapper paraense do bairro da Cremação, em Belém. Suas rimas, há 12 anos, falam da realidade enfrentada pela população negra e periférica do país diariamente. Em seu último trabalho, aliou o rap com a identidade da black music e ousou com rimas mais românticas.

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Anna Suav é uma mulher negra, poeta, mc, cantora e compositora que nasceu em Manaus. Seu trabalho na música caminha pelo rap e pelo R&B, incluindo letras assertivas e denunciativas com melodias suaves. Suas composições narram sua experiência enquanto mulher afro-amazônica, feminista e negra.

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A Alaídenegão é uma banda de Manaus que traz o som brasileiro em uma mistura cheia de ritmos marcados pela cultura popular com melodias dançantes. As letras retratam o olhar do caboclo, as festas populares, a comida, as praias de água preta e branca da Amazônia, os rios e a vida noturna local.

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O Farofa Tropikal é um trio do norte-sul brasileiro. Eles tocam bregas marcantes, lambadas, guitarrada e cúmbias com nova musicalidade e psicodelia.

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A banda amazonense Tucumanus faz um rock setentista misturado com o mangue beat, música folk amazonense, MPB e pitadas de punk rock. Suas letras têm muita regionalidade, e algumas músicas denunciam problemáticas da cidade de Manaus como o comércio de grilagem e ausência de saneamento básico para populações carentes.

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A banda amazonense Casa de Caba define seu som como um “afrorock”, misturando ritmos e influências como o manguebeat, maracatu, afoxé e baião. As letras são folclóricas e com uma sonoridade muito regional, e vão te fazer se sentir como se estivesse viajando por lá.

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A manuara Beatriz Procópio tem composições que seguem a linha da MPB e falam sobre experiências pessoais. Preza pela simplicidade e conexão direta com o público, e sua música te faz se sentir pertinho dela.

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Natália Matos, cantora e compositora paraense, mistura o calor e a intensidade de ritmos latinos com o pop contemporâneo. Suas composições transitam entre o lamento de amores perdidos e a leveza dos recomeços.

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Dan Stump é amazonense e sua sonoridade mistura MPB com o folk, unidos a elementos de experimentalismo regional. Suas letras são sobre relatos de experiências pessoais e ele tem trabalhos audiovisuais que vão te deixar apaixonado/a.

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O músico paraense Pratagy começou sua carreira gravando em casa. Seu trabalho tem uma sensibilidade pop acessível aliada a arranjos inventivos e synth pop dos anos 80.

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A versatilidade para unir boleros, pop, samba e a sua cultura regional é a marca da cantora e compositora paraense Juliana Sinimbú. Seu repertório ganha força com suas apresentações doces e ousadas.

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25. Raidol

O cantor e compositor Raidol é paraense e apresenta um trabalho pulsante. Suas letras falam das suas vivências, as sonoridades das canções trazem a identidade regional do cantor e se conectam com ritmos como axé, reggaetown, folk e outros.

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Estes são apenas alguns talentos do norte do Brasil. Se você conhece um artista desta região que ficou de fora da lista, indique e compartilhe nos nossos comentários!

Fizemos uma playlist no Spotify com todos eles. Você pode ouvir aqui para descobrir mais desses talentos.

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