11 razões pelas quais o Mussum é a cara do Brasil

Garçom, desce uma ampola de diurético pra harmonizar com essa lista!

1. Nada mais brasileiro do que fazer piada com tudo.

Os Trapalhões / Rede Globo / Via giphy.com

Mussum era um gênio da comédia reverenciado e admirado por todos os mestres brasileiros do humor e nunca perdia a oportunidade de transformar o mundo na sua platéia particular.

2. Como muitos de nós, ele tinha um nome composto bonito, mas era conhecido apenas pelo apelido. :P

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Todo mundo passa por isso: seus pais te dão um nome sóbrio e elegante e seus amigos só te chamam pelo apelido. Era o caso do Antônio Carlos, que recebeu o apelido de outra lenda do humor, o também saudoso Grande Otelo.

3. E como todo brasileiro, ele era multitarefa antes disso virar modinha.

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Apesar de ser mais conhecido pelo personagem que interpretava no programa Os Trapalhões, Mussum tocava reco-reco (que ele mesmo fabricava!!!) no grupo Originais do Samba. Ele serviu na aeronáutica, fez curso de ajustador, tinha autorização para pilotar lanchas, sabia código Morse e ainda apostou no ramo da construção civil com a empreiteira Ébano... E ainda arranjava tempo pra curtir um boteco, que homem!

4. Para ele, tudo acabava em samba! Quer coisa mais Brasil do que isso?!

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Mussum fez parte dos Originais do Samba, onde tocava reco-reco, era cantor, compositor e arrasava da dança. Além disso, lançou três discos solo e ganhou um festival ao lado de Elis Regina. Mangueirense apaixonado, Mussum foi diretor da ala das baianas da escola, onde ganhou o apelido de Mumu da Mangueira. Ou seja, nenhum pandeiro ficava parado perto dele!

5. O brasileiro é fera em inventar gírias, mas ninguém fazia isso melhor do que o Mussum.

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Além dos sensacionais bordões "cacildis" e "suco de cevadis", Mussum foi o primeiro a usar a expressão "lepo lepo" e era autor de expressões que precisam muito voltar, como "pindureta" e "ampola de diurético".

6. Se o futebol é paixão nacional com o Mussum não poderia ser diferente.

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Mussum gostava tanto de futebol que além de torcer para o Flamengo – ele tinha uma bandeira do time autografada por ninguém menos que o Zico! – adotou um segundo time, o Corinthians. Isso aconteceu devido à amizade do artista com os membros corinthianos da escola de samba Camisa Verde e Branco.

7. Poucas coisas eram maiores do que o coração do Mussum.

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Como a maioria dos brasileiros, Mussum era uma pessoa solidária e de bom coração. Usou do seu prestígio para ajudar outras pessoas e colaborou com diversos projetos sociais nos anos 80 e 90, como as campanhas de doação de córneas, prevenção da saúde bucal e em favor das pessoas prejudicadas pela seca no Nordeste.

8. Ele era uma espécie de embaixador da instituição que mais funciona nesse país: o boteco.

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Muito antes dos jovens de hoje reconhecerem a superioridade dessa instituição chamada boteco. Mussum, este visionário, já mostravam em suas esquetes na televisão o quanto o boteco é o melhor lugar para socializar e tomar um mé.

9. Na arte do carisma, o Mussum era uma obra prima como os brasileiros.

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Uma marca da carreira de Antônio Carlos era o sorriso no rosto, presente tanto na mídia com os Originais do Samba quanto na sua atuação como humorista no cinema e televisão. Nada mais a cara do Brasil.

10. Assim como o Brasil, Mussum era uma máquina de memes ambulante.

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Apesar de ter partido quando a Internet estava começando a se popularizar, Mussum deixou seu legado para esta potência mundial da produção de memes que é o Brasil, ganhando páginas nas redes sociais e o coração de uma geração.

11. E se o brasileiro precisa ser estudado, o Mussum é professor que a gente merece.

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Mussum sabia como ninguém retratar a alma do brasileiro de uma maneira que nem a gente mesmo sabia como era. Um verdadeiro espelho que mostrava pra gente todo o nosso potencial e beleza <3

E para matar a saudade desse querido nome da cultura brasileira, nada melhor que abrir uma Cacildis puro malte. A cerveja, a lenda, o verdadeiro mé. Saúdis!

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